POESIA SPLATTER ILUSTRADA

Poesias Splatter Gore escritas por Legume e ilustradas por João Filipe (Baby Feio). Os textos e ilustrações aqui postados são meramente artísticos e não visam de forma alguma fazer apologia a ações criminosas.

Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

SPLATTER-GORE NA PISTA

Crianças brincam na rua
Mães conversam ao portão
Motorista embriagado
Vem guiando seu furgão
Só se ouve uma freada
Freada que foi em vão

Crianças atropeladas
Voam, são arremessadas
Então caem na calçada
Totalmente inanimadas
Contorcidas, desmembradas
Com as caveiras rachadas

Motorista sai do carro
Se dizendo inocente
Esse foi seu pior erro
Morrerá sadicamente

Mães tomadas pelo ódio
Pegam paus, pedras ao chão
E então fazem justiça
Com as suas próprias mãos

Pauladas deformam face
Ferimentos doloridos
Ele implora: "-Não me mate!"
Sangue escorre dos ouvidos

Uma mãe se aproxima
Com um pedaço de cano
E espanca a cabeça
Estraçalhando seu crânio
O homem tem uns espasmos
E morre agonizando

Mais tarde chega a polícia
Que de longe já avista
As carcaças das crianças
O sangue, os miolos, tripas
O furgão incendiado
E o corpo do motorista

Hediondo linchamento
SpLaTtEr-GoRe Na PiStA !!!


ASSEI MEU FILHO

O meu filho já nasceu
Pena que nasceu doente
Eu terei que matar esse
E fazer outro novamente

"Criança tão pequenina
Te ponho no micro-ondas
Pelo menos me divirto
Com tua morte hedionda
Aprecio alegremente
Teu corpinho se aquecendo
E em tua linda pele
As bolhas aparecendo
Teus gritos desesperados
Posso ouvir aqui de fora
Ouço o último suspiro
Foi chegada tua hora"

Devoro meu filho assado
O sabor não é tão mal...
Só tá meio mal passado
E também está sem sal...


EUTANÁSIA ANTECIPADA

A avó dorme tranqüila
São duas da madrugada
O neto está com insônia
Sente ódio, muita raiva

Então ele invade o quarto
Sem que ela ouça nada
E desfere marretadas
Na cabeça da coitada

Massa cerebral esguicha
Da caveira estraçalhada
E os globos oculares
Saltam pra fora da cara

Pra finalizar o crime
O neto esquarteja o corpo
E guarda as partes no freezer
Para ir comendo aos poucos

A velha morreu dormindo
Com o crânio estourado
E levou junto consigo
Seus costumes antiquados

Sua morte foi bem vinda
E ela nem sentiu nada
Isso é o que eu chamo
De Eutanásia Antecipada!


TRAIU, CAIU

O amor não existia, o que havia era paixão
Sentimento possessivo, depressiva emoção
O casal brigava muito, tempestuosa relação
Estou na cena do crime, parece alucinação
Uns chumaços de cabelo, muito sangue pelo chão
Fragmentos cranianos, corpo em decomposição
Morta com o pé de cabra, o motivo: Traição.


MAIS DO MESMO

Garotinho seqüestrado
Só quero te judiar
Mas pode ficar tranqüilo
Pois não vou te estuprar

Fortemente amarrado
Tu não tens escapatória
Te prepares pra tortura
Que vai começar agora

Eu abaixo tuas calças
E seguro o teu peru
Te introduzo alfinetes
Na uretra e no cu

Você chora, esperneia
E você grita comigo
Então pego um alfinete
E enfio em teu umbigo

Eu vejo tua agonia
E me encho de alegria!

Me dirijo ao fogão
E pego a chave de fendas
Que está pelando em brasas
Vou fazer coisas horrendas

Abre a boca garotinho
Olha o aviãozinho!

Arranco teu céu da boca
Com a ferramenta quente
Eu rasgo tuas gengivas
Te quebro todos os dentes
Eu sou pior que o capeta
Sou um sádico doente

Eu pego uma faca cega
Pra finalizar o ato
Te mutilo lentamente
Corto fora o teu braço
E pra garantir o almoço
Eu ponho no forno e asso

E agora pra fechar
Com total chave de ouro
Eu te jogo querosene
E então te ateio fogo

O teu suculento braço
Agora eu vou almoçar
Enquanto faço um churrasco
Do teu corpo pro jantar